Bailar das Letras - UOL Blog





 

Qual é...

 

O dia mais belo?

Aquele em que nos sentimos amados.

 

A coisa mais fácil?

Errar.

 

O maior obstáculo?

Nós mesmos.

 

O maior erro?

Pensar que não errou quando errou.

 

A raiz de todos os males?

O egoísmo.

 

A distração mais bela?

Contemplar a natureza.

 

A pior derrota?

Perder para si mesmo.

 

Os melhores professores?

Os que aprendem.

 

A primeira necessidade?

Sentir.

 

O que nos faz mais felizes?

Depende de quem é o “eu” e o “tu”.

 

O maior mistério?

Se eu soubesse não seria mistério.

 

O pior defeito?

Soberba. Não sei se o pior, mas o mais difícil de curar, eu acho que é...

 

A pessoa mais perigosa?

A boa. Dela não esperamos o punhal.

 

O pior sentimento?

Aquele que não corresponde à realidade.

 

O presente mais bonito?

Um pacote de palavras cheias de carinho.

 

O imprescindível?

Conhecer-se.

 

O caminho mais curto?

Abandono.

 

A melhor sensação?

Leveza.

 

A proteção mais eficaz?

Calar.

 

O melhor remédio?

O que não estou tomando agora...

 

A coisa mais bela de todas?

A vida.



 Escrito por bailarina das letras às 12h37
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“Limericar” é preciso

Limeriques são poemas curtos. Não têm compromisso com o sentido e têm sempre cinco versos. A primeira, a segunda e a quinta linhas terminam com a mesma rima; a terceira e a quarta são mais curtas e rimam diferentes das outras. Um carinha chamado Edward Lear é o nome lembrado quando se trata de “limericar”.

 

Daquela senhora o nariz

Sem parar prosperava crescia!

Um dia o perdeu de vista

E exclamou toda aflita:

Oh! Adeus ponta do meu nariz!

(Lear)

 

Lear foi desenhista em um zoológico, viajante, artista, escritor. Deprimido, epiléptico, solitário. Em 1845 escreveu e ilustrou A Book of Nonsense.

 

Vou tentar imitá-lo em mais algumas coisas...

 

Havia uma garota alegre sentada

Em uma praia totalmente achatada

Alguém viu e passou

Ela igual frango assou

Agora ela pensa se é certo ficar calada!

(Eu)

 

E quem mais ousar...



 Escrito por bailarina das letras às 10h48
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Do sentimento

Não era de borracha; não fora feito para ser pisado.
Tinha a fragilidade de um pássaro recém-nascido.
Tentou voar, caiu...

No chão, viu descer uma sombra grande.
Aquela mão de dedos longos tomou o pássaro em sua palma;
sentiu o sangue quente e o pulsar do coração;
esmagou, apertando aos poucos, até ver o sangue escorrer.

Seguiu em frente.
Busca pássaros que possam voar.
Os frágeis não lhe servem.

Alguns enganos são tolos.
O pássaro era _ _ _  _ _ _ _!



 Escrito por bailarina das letras às 13h25
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"...certa severidade triste no olhar e nos modos..."

(Machado de Assis)

Leia o texto completo!



 Escrito por bailarina das letras às 18h29
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